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Category: Notícias

Como quebrar o tabu do tema “morte” utilizando a Assessoria de Imprensa

A morte é o tabu da vida moderna, assim conclui a mais recente pesquisa do Sincep/Acembra (Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil), divulgada em meados de 2018. O estudo destaca que abordagens em torno do tema costumam ser frias e sombrias, potencializando as impressões negativas sobre morte e luto.

Este foi o maior desafio da campanha jornalística para divulgar o lançamento do Cemitério Vertical da Penitência, em setembro de 2018. Lembrando nesse ponto que os veículos de comunicação evitam as notícias envolvendo o mercado funerário e luto. A SB Comunicação tinha, inclusive, um histórico negativo referente a esse tema em pautas anteriores.

Destaque seu conteúdo entre os jornalistas

Para quebrar essa resistência, a abordagem inicial foi direcionada a alguns jornalistas, convidando-os a conhecer o local sem o envio de uma pauta definida, apostando no relacionamento entre assessor de imprensa com os jornalistas “influenciadores”.

Na sequência, a elaboração do material produzido para a imprensa fez toda a diferença. Os textos foram produzidos usando conteúdo informativo e utilizando como gancho a sustentabilidade e automação. A ideia era chamar a atenção dos jornalistas que se depararam com a apresentação de um lugar que eles jamais imaginariam ser um cemitério, transmutando os conceitos negativos para um modelo de serviço avançado, moderno e sustentável, único na América Latina.

Explore valores agregados

Usamos os valores da sustentabilidade para destacar o empreendimento, como a quantidade de garrafas PET recicladas na produção dos jazigos, os materiais renováveis usados na construção, além, claro, da importância daquele modelo para a preservação do meio ambiente. Por sinal, combinar as palavras meio ambiente e cemitério nunca foi tão fácil e possível. Ao invés de falarmos de capelas, apresentamos um modelo de sistema avançado de inteligência artificial disponível para o usuário, capaz de modificar os ambientes e implementar (Como?) os velórios. Buscamos na ficção personagens e circunstância inusitadas para mostrar que as homenagens vão muito além de choros e tristeza, mas podem ser feitas na medida certa e de acordo com o temperamento de quem partiu.

Design Thinking: Identificando e solucionando problemas no atendimento ao paciente com design

Todos nós enfrentamos problemas, e eles precisam ser resolvidos. Com empresas, tudo funciona da mesma forma. Imagine agora hospitais e clínicas de saúde, que precisam ajudar na solução de seus próprios problemas, além dos de seus pacientes.

Ter um método para solucionar problemas passa a ser uma ferramenta fundamental para buscar os objetivos da organização, sejam eles quais forem. E muitas vezes, o método vem de áreas que jamais imaginaríamos que pudessem ajudar nesse sentido, como é o caso do design.

O Hospital da Criança de Pittsburgh utilizou-se da ferramenta Design Thinking para resolver um grave problema que enfrentava: o pavor das crianças em se submeterem a exames, como Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética. Os equipamentos grandes e imponentes causavam medo nas crianças, fazendo com que aproximadamente 80% delas precisassem ser sedadas. A tensão no momento do exame também provocava uma má qualidade nas imagens captadas, prejudicando o trabalho dos médicos.

Foi por meio do Design Thinking que o Hospital chegou a uma solução interessante: redesenhar todo o ambiente de exames, deixando-o com a aparência de fundo do mar, entre corais e peixes coloridos, piratas e grandes navios. A mudança de cenário acalmou as crianças e reduziu a taxa de pacientes sedados para apenas 10%. Como resultado, exames muito mais precisos e crianças sorridentes.

Como implantar o Design Thinking na sua clínica ou hospital?

O processo consiste em tentar mapear e mesclar a experiência cultural, a visão de mundo e os processos inseridos na vida dos indivíduos, no intuito de obter uma visão mais completa na solução de problemas e, dessa forma, melhor identificar as barreiras e gerar alternativas viáveis para transpô-las. Não parte de premissas matemáticas, parte do levantamento das reais necessidades de seu consumidor; trata-se de uma abordagem preponderantemente “humana” e que pode ser usada em qualquer área de negócio.

A razão de sua existência é a satisfação do cliente (interno ou externo), dádiva que só pode ser alcançada quando conhecemos em profundidade suas necessidades, desejos e percepções de mundo.

As etapas do Design Thinking podem, em geral, ser resumidas pelos seguintes passos:

1- Identificar uma necessidade ou desejo não atendido

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas”. Este é um trecho de “A Arte da Guerra”, do filósofo chinês Sun Tzu, e que diz muito sobre o ponto que estamos abordando.

Descobrir onde encontrar caminhos para inovar envolve conhecer a si mesmo, todos os envolvidos e o contexto do ambiente. Conhecer seus pontos fortes, as fragilidades da concorrência, as condições macroeconômicas, etc. Análise SWOT, benchmarking, pesquisas de mercado e reuniões multidisciplinares te conduzirão às respostas para esse ponto.

2- Descobrir a Oportunidade de Inovação

Consequência direta do ponto anterior, aqui, pesquisas qualitativas e trabalho com soluções de Big Social Data podem indicar, muito além do setor, qual é, de fato, a oportunidade que o mercado desenha ao seu negócio.

Inovação é propor uma nova solução inédita e que efetivamente será utilizada pelo público. Se essa nova ideia não for realmente usada, pode ser considerada uma ótima invenção, mas não se trata de inovação.

3- Desenvolver a Oportunidade de Inovação (Produto ou Serviço)

O Design Thinking começa a tomar corpo nessa etapa. Aqui, iremos desenvolver o produto ou serviço partindo, não de pressuposições ou análises estatísticas frias (algo comum no mercado), mas a partir das necessidades e percepção de valor do cliente. Nesta etapa, poderemos lançar mão do Processo Heurístico para descobrir o diagnóstico e o Processo Criativo para gerar as possibilidades de produtos.

4- Testar as ideias — protótipos

Um MVP – Minimum Viable Product é uma bela dica do que se pode fazer nesse item. Para quem não sabe, MVP (muito usado em startups) é a versão mais simples de um produto, que pode ser lançada em período de testes, para verificar, sem grandes gastos, se sua ideia realmente atinge as necessidades do seu consumidor final.

5- Implementar a solução

Após testes com respostas positivas acerca de seu produto, ele já está pronto para ser lançado “aos leões”. É importante entender que o processo de desenvolvimento do produto é contínuo e incremental, ou seja, sua ideia irá ser melhorada permanente através um processo de copartipação entre todos os seus stakeholders (clientes, fornecedores, colaboradores internos, etc.).

Ficou com alguma dúvida? A SB Comunicação pode te ajudar a implantar o Design Thinking na sua empresa. Que tal conversarmos? Estamos aqui para ajudar você. Deixe um comentário aqui embaixo ou entre em contato conosco. Vai ser um prazer atendê-lo.

5 dicas para produzir um vídeo viral

Não existe fórmula mágica para se fazer um vídeo viral. Criar um conteúdo para fazer com que ele caia no gosto das pessoas será sempre um desafio. Mas algumas estratégias ajudam — e muito — para que a sua empresa atinja esse objetivo.

É o que fez o Crematório e Cemitério da Penitência, um dos maiores complexos cemiteriais da América Latina, em ação desenvolvida pela SB Comunicação.

Para chamar a atenção das pessoas sobre os diferenciais do cliente — um cemitério que de tão tecnológico nem parece um espaço com essa finalidade — a ideia foi aproveitar um tema que estava em destaque no período da ação: o filme Bird Box, produzido pela Netflix e estrelado pela atriz Sandra Bullock.

Na película, a protagonista precisa enfrentar desafios para salvar seus filhos e ela própria estando vendada e sem poder enxergar o que acontecia à sua volta, obrigando-a a utilizar seus demais sentidos. Para produzir o vídeo viral, a SB Comunicação convidou pessoas que passavam pela rua e que toparam ir a um lugar desconhecido — vendadas — e descobrirem onde estavam. Veja o vídeo aqui.

As respostas foram inusitadas e a reação das pessoas demonstrava que elas jamais imaginavam estar em um cemitério. Como pano de fundo, todas as qualidades e características dos produtos oferecidos pelo cliente eram apresentadas. E a desconstrução de preconceitos e ideias errôneas sobre cemitérios pôde ser desconstruída.

A ação utilizou conceitos de Marketing de Guerrilha, Marketing Digital, Marketing Viral, conteúdo de marca e real time. E o resultado não poderia ser mais positivo: mais de 191 mil visualizações no Facebook, 40 mil no Instagram e mais de 55 mil no Youtube, além de ampla repercussão na imprensa e em veículos especializados. Em menos de um mês, o retorno de vendas para o cliente foi de R$ 49 mil.

Veja dicas de como fazer o seu vídeo viral:

1 – Conte uma história atraente

Lembre-se que para chamar a atenção do espectador ele precisa se interessar pelo conteúdo que está sendo apresentado. Use temas atuais, discussões que estejam bombando nas redes sociais e assuntos que naturalmente conquistam a atenção do seu cliente.

2 – Conduza seu potencial cliente em uma jornada

Faça com que as pessoas participem de jornadas, utilizando personagens que contam histórias e que podem criar um laço de representatividade com o espectador. Uma boa história utiliza elementos como reviravoltas, heróis, vilões e problemas resolvidos.

3 – Desvende um mistério

Leve seu personagem a solucionar um mistério desconhecido por todos. As descobertas prendem a atenção dos espectadores, que vão esperar ansiosamente pela solução. E quando descobrirem, vão querer contar para todos.

4 – Apresente um novo ponto de vista

É comum que assuntos considerados conhecidos pelas pessoas sejam encarados com um conjunto de verdades absolutas. No entanto, sempre há uma forma de explorar temas e reflexões de um jeito pouco explorado ou nunca pensado.

5 – Surpreenda o seu público

Gerar conteúdo de qualidade é a dica número 1, mas não basta: é preciso surpreender. Pensar em algum efeito surpresa, que gere emoção e desperte curiosidade para a próxima cena é o que vai cativar o espectador.

Gostou das dicas? Agora é botar a mão na massa e produzir o seu. Que tal chamar a SB Comunicação para ajudar na sua estratégia de comunicação? Estamos aqui pra isso. Aproveite e deixe seus comentários com a gente e entre em contato.